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Tudo o que você precisa saber sobre o 5G no Brasil

Com todas as mudanças e informações sobre o 5G no Brasil, fizemos um compilado com as últimas notícias para você se inteirar sobre o assunto.

 

Operadoras brasileiras entram em acordo para 5G não interferir em sinal de TV parabólica

Sabemos que em breve o Brasil estará se preparando para receber a tecnologia 5G, entretanto as emissoras de TV via satélite estão com receio de ocorrer interferência entre os dois sinais e pensando nisso, foi feito um acordo entre as emissoras e as operadoras que utilizaram o 5G.

A solução

A solução encontrada para que não ocorra interferência foi a de manter a TV via satélite na banda C, assim como ocorre, mas as operadoras não poderão utilizar 100 MHz dentro dos locais que passarem entre 3 GHz a 3,8 GHz (frequência usada pelas emissoras de TV via satélite).

Com essa solução técnica, não será preciso efetuar qualquer mudança de antena, nem por parte das centrais, quanto dos locais que recebem esse sinal, porém o problema não foi sanado em sua totalidade.

Com essa solução, o custo será menor que no caso antigo, que seria necessário modificar todos os sinais de TV via satélite, para o chamado de banda Ku, que trabalha acima dos 10 GHz, logo menos valor deverá ser gasto.

Para garantir que nenhuma interferência realmente ocorra, certamente será preciso utilizar um novo modelo de filtro, chamado LNBF, que seria instalado diretamente nas casas que recebem o sinal via satélite.

Certamente esse custo não será passado para o consumidor e acontecer assim como foi quando ocorreu o desligamento do sinal analógico, onde em boa parte dos casos, as distribuidoras de sinal modificaram os equipamentos necessários.

Com essa novidade, mais um passo para o recebimento da tecnologia 5G foi dado, com o Brasil se mostrando animado para a novidade.

Governo define critérios e abre caminho para leilão do 5G

Solução para antenas parabólicas deve custar R$ 500 milhões. Participação da chinesa Huawei não está decidida

O governo federal publicou, nesta segunda-feira, as diretrizes para o leilão do 5G. O documento abre o caminho necessário para acelerar os trâmites da licitação e fazer com que o leilão da quinta geração de telefonia móvel ocorra ainda neste ano.

Como O GLOBO antecipou, uma portaria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações traz a solução técnica para o destino das antigas antenas parabólicas usadas na recepção da TV aberta, que interferem no sinal da quinta geração da internet móvel.

Com a portaria publicada, a expectativa é que, na próxima quinta-feira (6/2), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalmente aprove o edital do leilão, para ele ser colocado em consulta pública. O governo trabalha com a realização da licitação entre setembro e outubro.

A portaria ainda não define, porém, uma solução para a participação da chinesa Huawei na construção da infraestrutura das redes no Brasil. A participação da empresa chinesa no desenvolvimento da tecnologia no país é um assunto que ainda não está totalmente pacificado no governo.

Não há, no entanto, predisposição do Brasil em vetar a Huawei, como pressionam os Estados Unidos.O ministério aposta, na portaria, que é possível a convivência entre as parabólicas e o 5G. Para isso, será necessário a instalação de filtros em alguns casos. A solução deve custar algo em torno de R$ 500 milhões, segundo fontes que participam das discussões.

A portaria define que o dinheiro que será gasto nessa solução será obtido com o leilão e pago pelas teles. O governo coloca a possibilidade de criação de uma entidade específica para tratar dos recursos de forma isonômica e não discriminatória.

O texto da portaria determina que a Anatel deverá adotar “normas de assegurar a recepção do sinal de televisão aberta e gratuita pela população efetivamente afetada”.

Também caberá à agência estimar os custos decorrentes da medida, cabendo às empresas vencedoras do certame o ressarcimento de tais custos.

O problema ocorre porque uma das faixas que serão leiloadas para a quinta geração de internet móvel é a frequência de 3,5 gigahertz (GHz). Essa frequência é usada para a recepção de canais abertos de televisão pela banda C, recebida nas antenas parabólicas domésticas, que captam os sinais de um satélite.

Também é usada pelas emissoras de televisão em transmissões internas como, por exemplo, a recepção do sinal da cabeça de rede por uma filiada.

Para a definição dos beneficiários da solução para mitigação da interferência de sinal entre o 5G e as parabólicas, a Anatel deverá observar o prejuízo ao acesso aos sinais de televisão aberta e gratuita; a existência, na residência, de integrante do Cadastro Único para Programas Sociais do governo; e a demanda dos interessados.

Anatel aumentará oferta de frequências e leilão do 5G deve ser o maior da história

Governo também quer exigir mais contrapartidas de vencedoras do certame

 

Os conselheiros da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sinalizaram nesta segunda-feira (3) que vão ampliar a oferta de frequências para o leilão do 5G, previsto para o final deste ano.

A proposta final do edital, que será discutida pelo conselho da agência nesta quinta (3), deverá ampliar a faixa de 3,5 GHz, onde hoje operam as antenas parabólicas, oferecendo mais 100 MHz dentro dessa faixa.

Se isso se confirmar, somente nesta faixa de frequência haverá uma oferta de 400 MHz, o que tornará o leilão do 5G o maior já realizado no mundo, segundo os fornecedores de equipamentos.

Haverá ainda frequências de 700 MHz, 2,3 GHz e 26 GHz.

Frequências são como faixas no ar por onde as operadoras fazem trafegar seus sinais. A calibragem dos sinais pelas teles é feita dentro dessa faixa para evitar que o sinal de uma se misture com o de outra, o que gera a interferência.

Esse efeito é o mesmo que ocorre nas rádios que, ao descalibrarem sua frequência, invadem as faixas de outra rádio.

Nesse momento, os conselheiros discutem de que forma serão distribuídos esses 100 MHz adicionais. É possível que os 400 MHz sejam divididos em quatro blocos de 100 MHz, mas também poderiam ser oito de 50 MHz. Hoje, na faixa de 3,5 GHz, a Anatel só contava com 300 MHz disponíveis.

A oferta desses 100 MHz adicionais era condição necessária para que as operadoras aceitassem arcar com custos de mitigação de interferências na faixa de 3,5 GHz, onde operam as antenas parabólicas.

Emissoras de TV e teles entraram em acordo sobre esse tema. Algumas emissoras consideravam migrar as antenas parabólicas para uma outra faixa de frequência conhecida como banda KU. Mas essa ideia não prosperou.

A nova proposta a ser discutida pela Anatel está alinhada com as diretrizes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações que, nesta segunda (3) publicou uma portaria para balizar o trabalho da agência.

De acordo com o documento, as operadoras de telefonia que vencerem o leilão do 5G deverão ter mais contrapartidas. Uma delas prevê a cobertura de boa parte da malha rodoviária federal do país com serviços de voz e internet.

O governo, especialmente o ministério de Infraestrutura, quer que toda a extensão das rodovias seja coberta, o que ajudaria a reduzir os índices de acidentes e roubos de carga porque permitiria aplicações de monitoramento e segurança pública.

Atualmente, o país possui 78,5 milhões de quilômetros em vias federais, das quais somente 13% estão sob concessão à iniciativa privada.

No entanto, caberá à agência fazer os cálculos dos valores necessários para definir quantas e quais rodovias deverão ser conectadas.

Quanto mais contrapartidas a agência estipular para os vencedores do leilão, menos a União receberá em outorgas. Isso porque, pelas regras vigentes, os concessionários fazem o investimento no lugar da União como forma de levar o serviço a lugares comercialmente desinteressantes.

A portaria do ministério também estabelece que as operadoras deverão arcar com os custos de mitigação de interferências nas antenas parabólicas, que operam na faixa de frequência próxima a 3,5GHz.

Como as teles passarão a oferecer o 5G na faixa de 3,5GHz, haverá riscos de interferências. Por isso, terão de destinar recursos para instalar filtros em cada uma das antenas.

Processo similar ocorreu com o leilão do 4G em que as  teles tiveram de arcar com a “limpeza” da faixa de 700 MHz para evitar interferência com as emissoras de TV, que operam em faixas próximas a essa.

Nos bastidores, as teles já trabalhavam com a opção dos 100 MHz adicionais. Defendiam junto ao governo que, desta forma, seria possível equacionar lances mais interessantes para a União.

No entanto, para fazer um leilão arrecadatório, como foram os das tecnologias 3G e 4G, a União terá de abrir mão das contrapartidas.

Na portaria, o ministério elencou quais pretende impor. Além das cobertura das rodovias federais e da mitigação da faixa de 3,5GHz, o governo quer que as teles levem o 4G a localidades com mais de 600 habitantes ainda sem o serviço; e redes de fibras ópticas em municípios ainda não atendidos.

ANATEL LIBERA PROPOSTA DE MAIOR LEILÃO DO MUNDO DE ESPECTRO PARA 5G

A Anatel aprovou hoje a consulta pública do edital de venda das faixas de 3,5 GHz e de 26 GHz (para a 5G) e faixas de 2,3 GHz e 700 MHz (para a 4G). Serão vendidos 400 MHz na frequência de 3,5 GHz, o maior bloco destinado de uma única vez para a nova tecnologia.

O conselho diretor da Anatel conseguiu suplantar suas divergências internas e acompanhar integralmente o voto do conselheiro Moisés Moreira, que, em sua maioria, acompanhou o voto já apresentado pelo conselheiro Emmanoel Campelo, mas acrescentou mais espectro à venda, definindo assim uma nova modelagem de venda de frequências para a quinta geração da telefonia móvel, além de outras frequências para os serviços de quarta geração.

Conforme havia prometido o conselheiro, que buscava o consenso para lançar a consulta pública, a agência resolveu vender 400 MHz e não mais 300 MHz  da faixa de 3,5 GHz. Para isso, irá retomar 100 MHz da banda C das operadoras de satélite, que serão remuneradas pelas empresas que participarem do leilão.

Com mais espectro, Moreira conseguiu contemplar, pelo menos em parte, o pleito das pequenas operadoras, que queriam acesso a esse espectro e menos obrigações. Conforme a sua proposta , serão leiloados três licenças nacionais – dois blocos de 100 MHz e um bloco de 80 MHz – e duas licenças regionais. Um desses blocos ficará destinado exclusivamente as PPPs (ou as operadoras de pequeno porte, ou os ISPs) e o outro bloco de 60 MHz, poderá ser adquirido por qualquer operadora.

O limite máximo de frequência que cada operadora poderá comprar nessa faixa é de 140 MHz, o que impedirá que essas licenças nacionais fiquem apenas para as duas maiores operadoras brasileiras. Mas permitirá que elas comprem um pedaço das faixas regionais na segunda rodada, caso a frequència de 60 MHz não seja arrematada de primeira vez.

As licenças Regionais

A Anatel não contemplou o pleito dos ISPs no que se refere ao tamanho das áreas a serem adquiridas pelos pequenos, que pleiteavam licenças por município, ou no máximo, licenças por áreas de numeração (69 áreas). Acabou regionalizando as licenças conforme a divisão do território feita pelo IBGE.

Ou seja, as ofertas regionais de licenças serão equivalentes aos estados das Regiões Nort, Nordeste, Sul e Centro-Oeste. No caso da região Sudeste, houve algumas alterações.

As frequências do estado de São Paulo serão vendidas separadamente. Mas, se a região Norte (que será colocada à venda primeiramente) não for adquirida por qualquer operadora, ela ficará vinculada à venda das frequências de São Paulo.

Para todos os compradores, haverá obrigações de cobertura, que variam de construção de backhaul a levar tecnologia de 4G em localidades que ainda não tem o serviço.

Faixa de 700 MHz

Na primeira rodada, estarão fora do leilão as empresas que já possuem essa faixa (o que inclui Vivo, TIM, Claro e Algar Telecom). Se a Oi ou outra empresa não comprar essa frequência, ela será fatiada para permitir que duas operadoras adquiram os 20 MHz restantes.

Em uma segunda rodada os blocos de 10 MHz mais 10 MHz existentes serão divididos em dois blocos de 5 MHz mais 5Mhz, para  permitir que duas operadoras que já possuem o espectro possam comprá-lo.

As obrigações de cobertura atingirão as estradas federais e localidades sem celular

Na primeira rodada, a licença terá o tempo remanescente. Na segunda rodada, a licença será por 20 anos.

Faixa de 2,3 GZ

Serão vendidos blocos regionais de 50 MHz e 40 MHz

Também haverá obrigações de cobertura em localidades que não tem o serviço de telefonia móvel.

Faixa de 26 GHZ

Não terá obrigação de cobertura.

Serão vendidos 2 GHz de espectro em grandes blocos.

Serão vendidos  5 blocos nacionais de 400 MHz na primeira rodada

Na segunda rodada, serão colocados à venda até 10 blocos de 200 MHz nacionais

6 blocos regionais

As Licenças serão outorgadas com prazo de  20 anos prorrogáveis conforme as regras de sua prorrogação.

Leia a íntegra da análise de Moreira

__Apresentação Edital 5G v2 sem com

Fontes: Tudo Celular, Época Negócios, Folha, Telesintese

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